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Cirinho Rio Doce Faz Show no Geraldo Cestari de Itaguaçu

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20/05/2016 - por Paulo César Dutra

O cantador capixaba Cirinho do Rio Doce vai fazer mais um show, desta vez no teatro Geraldo Cestari, no centro da sede do município de Itaguaçu, no Estado do Espírito Santo, no Brasil. Será às 20 horas, no dia 11 de junho, com entrada franca, dentro do projeto “ O Canto do Vale do Rio Doce”,de autoria do artista. Cirinho levará como convidada a talentosa Pequena Dyow, que estará lançando seu mais novo disco.

Cirinho vem percorrendo casas de espetáculos e teatros em todo País para cantar seu mais novo disco, o quinto de sua carreira em 25 anos de estrada. Já passaram pelo projeto de Cirinho do Rio Doce os artistas Paulinho Pedra Azul, o roqueiro Lobão, Cláudio Nucci (Boca Livre), Pedro Sampaio, Violeiro Chico Lobo e Tunai.

Regionalidade

O projeto de Cirinho é um resgate da regionalidade de cada região escolhida por ele, principalmente no Vale do Rio Doce,  através de temas ecológicos e tradições culturais. É assim que é focado o trabalho de Cirinho do Rio Doce. Ele é natural do município de Colatina, no Espírito Santo. Cirinho que começou a carreira cantando em festivais por várias regiões do Brasil, em sua maioria no Vale do Rio Doce, lançou em agosto do ano passado, seu quinto CD, intitulado simplesmente ''Cirinho do Rio Doce'', apresentando canções como ''Fala Moço'' e o ''Trem de Minas'', esta última que retrata o olhar do artista sobre o trajeto do trem de Governador Valadares (MG) a Vitória (ES). Segundo Cirinho, esse percurso fez parte da sua adolescência.

''Trem de Minas faz parte também da vida dos mineiros e dos capixabas. São famosas as culinárias e os doces vendidos por ambulantes por onde o trem de passageiros faz as paradas. Andar nesse trem é passear pela história dos dois estados, ver seus casarões abandonados e outros preservados'', diz Cirinho. Para o músico, as mudanças ocorridas na paisagem ao longo do trajeto do trem entre os dois estados são uma página que deveria ser apagada da história.

 ''A parte ruim do longo trajeto é ver muitas casas abandonadas, o que mostra a força do êxodo rural. Não gosto de passar próximo à divisa dos dois estados, porque o rio Doce foi desviado. Parece que morreu uma parte de mim, já que eu conhecia o traçado original'', disse Cirinho.

 O evento em Itaguaçu conta com o apoio cultural da Prefeitura de Itaguaçu, Secretaria de Educação e Cultura do município e Feijão É Nico. A Produção Cirinho Rio Doce pode ser contatada através do e-mail: artistasdobrasil@gmail.com

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