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Um Ano Realmente Novo?

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18/01/2016 - por Erlon José Paschoal

Todos ficamos contentes com o início de mais um Ano Novo e, com todo ardor, desejamos o melhor dos mundos possíveis para os próximos doze meses, até mesmo para o século inteiro, seja no plano pessoal ou no coletivo. A esperança, tradicionalmente incluída entre as profissões do brasileiro, desempenha nesses momentos um papel de sutil relevância.  

A esperança, nossa amiga e companheira de todas as horas, acaba nos fazendo acreditar sempre que tudo e todos tendem a evoluir e a se aperfeiçoar. Somos, enfim, um povo irremediavelmente otimista, sempre disposto a rir da próxima falcatrua e a cair na farra depois do último escândalo, indo atrás do primeiro trio elétrico que aparecer. Que o digam as gastanças equivocadas recentes dos últimos aumentos salariais e auxílios abusivos no Judiciário, no Congresso, em assembleias e câmaras de vereadores.

O Brasil e o Espírito Santo, por sua vez, passam por um momento especial em sua História com inúmeras conquistas e avanços em todas as áreas da vida social. As perspectivas são as melhores possíveis, pois a população manifestou de diversas maneiras a intenção explícita de que esse processo de evolução deva continuar. As questões a serem enfrentadas são as mais diversas, mas já há uma estrada percorrida que aponta para futuros promissores.

Sabemos que o bem estar pessoal está intimamente ligado à busca de soluções públicas para anomalias e desigualdades sociais as mais diversas. Precisamos não somente de amor, carinho, relações afetivas profundas, alegrias, entretenimento, mas também de serviços públicos e privados competentes, igualdade de oportunidades, possibilidades de realização profissional e de equilíbrio nas relações entre os vários agrupamentos sociais.

Como amálgama, como força agregadora e como espaço de manifestações pessoais e coletivas, sabemos que a Cultura desempenha em todo esse processo um papel de grande importância. Afinal, todo ser humano precisa se expressar, se comunicar, dar um sentido mais amplo à sua vida e transcender a sua própria existência. As artes em todas as suas modalidades - seja praticando-as, seja desfrutando-as, seja utilizando-as como instrumental de aprendizagem -, abrem portas e oferecem possibilidades para que o cidadão tenha acesso à uma vida mais plena.

Exercitando-as, crescemos como seres humanos, perscrutamos a essência da vida e podemos, ao mesmo tempo, fomentar um trabalho de ampla e benéfica repercussão social. 

É chegada, enfim, mais uma vez, neste momento simbólico de recomeço e retomada, a hora de evoluir e de crescer interiormente. Nosso desafio agora é sem dúvida imaginar e projetar futuros repletos de realizações pessoais e coletivas, sem perder a alegria de viver e o prazer oriundo de fazer parte deste mundo. Imaginemos, então, nossas riquezas mais bem distribuídas, o acesso amplo e irrestrito à educação, à cultura e às artes...uma sociedade mais solidária, mais justa e mais feliz. 

Viva a vida e viva o futuro! Boas experiências nos esperam no plano pessoal e no coletivo. Vamos percebe-las, desfrutá-las e contribuir para que se efetivem.

*Gestor cultural, Diretor de Teatro, escritor e tradutor de alemão.



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