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Imitando Sérgio Moro

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29/05/2016 - por Gutman Uchôa de Mendonça

 
NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


 Morgan Freeman, negro, um dos mais consagrados pelas criticas cinematográficas e prêmios como um dos maiores atores americano, num seu depoimento sobre cotas raciais, declarou: “O dia em que pararmos de nos preocupar com consciência negra, amarela ou branca e nos preocuparmos com a consciência humana, o racismo desaparece.”

Morgan não está só. Milhares de negros, brancos e amarelos pensam e agem como ele. O importante não é a cor da pele , é o caráter, é a honra, é sermos decentes com nós mesmos, com o nosso próximo. 

Presentemente (a coisa é antiga), muito mais agora do que ontem, se desenvolve no Brasil um dos espetáculos mais indecentes, mas degradantes da história das nações livres, que arrotam democracia, a corrupção avassaladora. O que se faz com a Petrobras, Correios, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, outros bancos oficiais, empresas de energia e sistemas de incentivo ao desenvolvimento, até na composição de Conselho Federal para discutir recursos de empresários multados por irregularidades fiscais, em fundos de pensão, no Bolsa Família, onde o governo inter ino acaba de cassar o benefício a 70 mil servidores públicos que não tinham direito ao benefício, as impressionantes condenações que um juiz federal, Sérgio Moro, aplica até a maiores empresários nacionais, mergulhados na gatunagem, tudo isso nos remonta às expressões do consagrado artista negro americano, Morgan Freeman: temos mais que nos preocupar com a consciência humana. A cota deve ser nosso caráter, a vontade de vencer, de construir uma grande nação, de pessoas inteligentes, corajosas, responsáveis, honestas. O ser humano não tem dois metros de altura, tem caráter. 

Falta-nos educação, para transformar esta nação num instrumento importante em favor da democracia. Tem uma ponderável parcela de gente, de povo, que não se coaduna com essa corja que assalta a nação de forma impiedosa e cruel. No conjunto nacional, compomos uma sociedade de gente honesta mas, pra combater a minoria de devassos, audazes ladrões, temos que lutar por mais educação. Não são as cotas que nos farão mais inteligentes, mais educados, mais corajosos nem mais responsáveis, é o saber, a nossa educação. 

Para termos mais educação precisamos de mais e melhores professores, estes sempre mal remunerados. Falta às nossas autoridades o dever para com o futuro, a defesa intransigente dos princípios morais da nacionalidade. 

Quando assistimos um juiz, sozinho, empunhando com impressionante resistência a bandeira da moralidade, temos que pensar: o Brasil ainda tem jeito!

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