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Os Fogueteiros

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22/07/2016 - por Gutman Uchôa de Mendonça

A falta do que fazer com o dinheiro que arrecada a maioria dos municípios brasileiros, numa visão distorcida da realidade por parte dos seus administradores, torram recursos com uma tremenda facilidade, quando deveriam estar elegendo o que seria de mais importante para construir em favor daqueles que pagam impostos.

Vai uma observação interessante: o chamado homem público, durante suas andanças, pedindo voto, prometendo este e o outro mundo, maravilha s mil, com objetivo de atrair a simpatia dos eleitores, são de uma humildade franciscana. Eleitos, se julgam uns sábios e, a primeira coisa que fazem é dar uma banana para aqueles que um dia chamou de povo...

Numa dessas histórias de distribuição de royalties pela Petrobras, o município de Kennedy, conforme noticiário de A Gazeta, gastou 3,5 milhões com festas, mas o salário do funcionalismo municipal está atrasado, as ruas esburacadas, as escolas mal e porcamente arrumadas, etc.

As empresas, quando vão selecionar profissionais para seus quadros, buscam escolher os melhores que aparecem. Nenhuma empresa que se preze, que esteja de olho no lucro e no futuro vai empregar qualquer bedamerda para auxiliar nos seus negócios. O cara, em princípio, tem que ser bom, ter currículo, pedigree, ser um expert  em  alguma coisa, pensar grande.

Não existe um país mais burocrata no mundo do que o Brasil. Aqui, nada vai adiante porque a burocracia destrói todos sentimentos. Por que não se estabelece, como princípio básico de governança que os candidatos a cargos público passem num concurso de prova e título?

No Chile, um dos nossos mais próximos e mais desenvolvidos países, o candidato à presidência da República precisa ter, na pior das hipóteses, um curso superior. Ele precisa ser formado em alguma coisa, ter uma vasta noção de desenvolvimento econômico e social. No Brasil, ocorre ao contrário. Quanto mais “tapado” for o sujeito, quanto mais ladino,quanto mais pau -d’ água, mais ordinário, melhor. Está certo que ao meio dessa gente aparece, por encanto, um sofrível. Os últimos presidentes que podem ser chamados de presidente de verdade foram: Castelo Branco, Ernesto Geisel e Garrastazu Médice. Até o general Costa e Silva, embora um homem pacato, foi um exemplo de seriedade, embora pouco reconhecido.

Milhares de obras estão paradas no Brasil, não só pela incompetência administrativa, mas pela inutilidade que representam. é preciso treinar essa gente a ser dirigente, responsável, saber o que está fazendo.

O Estado do Espírito Santo poderia ser uma espécie de Suíça brasileira, não só pela sua variedade de climas, suas montanhas, suas colonizações, mas está faltando um pouco de inteligência e de vontade de fazer as coisas.

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