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Eterna Sacanagem

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01/09/2016 - por Gutman Uchôa de Mendonça

O português, como falamos no Brasil, é de uma riqueza extraordinária. A expressão sacanagem, por exemplo, quer dizer uma porção de coisas indecentes, falta de educação e mal trato. Por aí afora...

Vejam uma coisa! Em 1880, por aí, foi abolida a escravidão no Brasil. Os negros foram libertados do trabalho escravo e as propriedades agrícolas foram esvaziadas dos seus moradores escravizados. 

Com o abolicionismo, o governo buscou na Alemanha, Itália, Pamerânea, Polônia, America do Norte, Japão, Romênia, Líbano, Turquia e outras nações em dificuldades, braços para substituir os até então escravos. 

Desse formidável conjunto de novos imigrantes, colonizações com distribuição de terras, o Brasil teve um grande impulso econômico e social, muito embora aqueles que ficaram no interior, mesmo no grande estado de São Paulo, ficaram com seu espírito subdesenvolvido, mesmo diante da modernidade dos tempos presentes, da internet e dos computadores que nos ligam a tudo. 

Mesmo diante do avanço da colonização o chamado interior brasileiro guarda uma população que ainda não absorveu as maravilhas tecnológicas. Por mais mentiras que se pregue, mais ou menos 42% da população brasileira está usando os princípios inovadores da tecnologia eletrônica. 

Um ignorante dono de boteco no interior capixaba, nos cafundós baiano, paulistano mesmo, está sendo obrigado pela burocracia, pelo maldito burocrata de plantão, a utilizar um sistema de computação para extrair nota de balcão na sua bodega. O quitandeiro é obrigado, não só a contratar um contador para fazer a escrita do seu estabelecimento, mas para orientar uma pessoa a extrair, via computador, as notas de venda a vista para serem entregues aos fregueses, uma bruta sacanagem...

Vejam um dado interessante: o Brasil tem em torno de 7 milhões de empresas sob o comando da livre iniciativa sujeitas ao mais indecente ou sacana regime burocrático do mundo. Metade das sete milhões de empresas estão em débito com os governos, federal, municipal ou estadual. Todas, estão inadimplentes com suas obrigações fiscais e parafiscais. Ninguém suporta a maldita burocracia, o amontoado de leis, milhares delas que são obrigadas, a serem utilizadas por contadores para poderem prestar seus serviços e, impressionante, o governo não se apieda dessa gente que não pode t er suas contas em dia porque está sufocada de obrigações as mais indecentes. 

Será que não temos um Congresso Nacional, uma boa parcela de legisladores, alguém sério para botar um fim nessa indecência, nessa sacanagem?

Quando seremos um país decente?

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