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Vítimas da Tragédia de Mariana no Vale do Rio Doce Abandonadas

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14/12/2015

Por: Redação

      Famílias e empresas de municípios ao longo do Rio Doce em Minas Gerais e no Espírito Santo, que tiveram suas vidas prejudicadas pelo rompimento da barragem do Fundão, reclamam que não estão recebendo a mesma atenção dada pela Samarco às vítimas no município de Mariana-MG, onde a barragem de rejeitos de minério estourou em 5 de novembro. Segundo essas pessoas, passados mais de 30 dias da tragédia elas não receberam nenhum tipo de ajuda financeira da mineradora. Muitos pescadores estão de braços cruzados, pois todos os peixes morreram e o rio continua cheio de lama.

      Quem depende do rio para sobreviver, como os pescadores, ainda não receberam nenhum tipo de ajuda financeira da Samarco. A mineradora contratou uma empresa para fazer levantamento, de quem realmente foi atingido pela tragédia no vale do Rio Doce. Porém ninguém recebeu qualquer ajuda da Samarco. A população ribeirinha está sem água e muitos produtores rurais não conseguem utilizar os seus sistemas de irrigação em plantações e pastos por causa da lama.

      Mas a reclamação é feita também por pessoas e empresas nos arredores de Mariana que também não tiveram suas perdas reconhecidas pela mineradora Samarco. O Ministério Público de Minas Gerais - MPMG entrou com nova ação contra a empresa, pleiteando ajuda exatamente para quem foi indiretamente atingido pela tragédia. Segundo o MPMG, um levantamento na região ainda está para ser concluído. A estimativa é de que cerca de mil pessoas possam ser contempladas nesse pleito.

      A Samarco informou que começou no último dia 10 a distribuição dos primeiros 120 cartões de débito aos pescadores e ribeirinhos cuja subsistência foi impactada pelo acidente em Mariana. Este é o primeiro passo de um programa de atenção social, que a mineradora está executando em parceria com o Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho, com quem a empresa assinou um Termo de Compromisso Social e Ambiental.

      A mineradora anunciou a contratação da empresa Golder Associates Brasil Consultoria e Projetos para fazer a avaliação socioeconômica dos municípios e grupos sociais afetados e, posteriormente, vai apresentar um plano de mitigação de impactos e compensação social. Esse estudo ainda está em andamento, segundo a mineradora.

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