1. capa
  2. Negócios
  3. Economia
  4. Política
  5. Ambiental
  6. Cidades
  7. Opiniões
  8. Cultura
  9. Oportunidades
  10. vídeos

Médicos e Pacientes Discutem a Doença Falciforme em Vitória

enviar por email

03/11/2015

      Dores nos ossos, sudorese, taquicardia, dores nas extremidades, febre alta e sucessivas infecções são alguns dos sintomas da Doença Falciforme - DF, que será debatida por especialistas entre os próximos dias 5, 6 e 7 deste mês, no Centro de Convenções de Vitória, durante o VIII Simpósio Brasileiro de Doença Falciforme.

      Com alto potencial de incidência no Brasil por conta de sua população negra e mestiça, a enfermidade será discutida por médicos e pesquisadores nacionais e internacionais no aspecto político, econômico e social. No Espírito Santo, por exemplo, há uma concentração de pardos e negros da ordem de 57%, colocando os capixabas na lista dos grupos com probabilidade de desenvolvimento da DF.

      A Doença Falciforme se caracteriza como uma enfermidade crônica, genética e hereditária. Tem origem milenar na África e resultou de uma mutação nas hemácias de povos daquele continente. Essas hemácias, em lugar do formato redondo, adquiriram a feição de uma foice – daí o nome da doença, falciforme –, que vem do inglês sickle (foice), haja vista que a sua descoberta por pesquisadores ocorreu nos EUA, há pouco mais de cem anos.

      O VIII Simpósio de Doença Falciforme é aberto ao público, com inscrições no site www.8simposiodoencafalciforme.com.br, e servirá para agregar e compartilhar conhecimentos, pesquisas e as questões que permeiam a atenção às pessoas com a doença. O evento vai aprofundar exatamente o conceito de redes de atenção à saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.

      De acordo com especialistas, a doença exige atendimento na rede pública de saúde, cujo desafio é proporcionar o aprimoramento e a qualificação dos profissionais que atuam no SUS para conhecer, identificar e cuidar das pessoas com DF. O Ministério da Saúde reconhece a necessidade de investimentos e esforços para que o SUS saiba acolher o paciente em todos os seus níveis.

      O simpósio terá na presidência geral a médica capixaba Cecília Figueira, da UFES, oncologista e estudiosa da DF. O comitê científico será presidido pelo médico Paulo Ivo Cortez de Araújo, hematologista do Instituto de Pediatria e Puericultura Martagão Gesteira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG/UFRJ), especialista em DF e assessor do Ministério da Saúde. (Com informações da Mile4Assessoria de Comunicação)

Cesan faz Leilão Bilionário em Junho para Tratar Esgoto de 43 Cidades do ES

O leilão acontece no dia 17 de junho e contará com parcerias público-privadas (PPP’s)..


Brasileiros Podem Pagar Conta de Luz com Preço de “Bandeira Vermelha Permanente”

Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima a elevação do custo de energia em 9% nos próximos 25 anos se vetos..


De Tiradentes em Minas Gerais Para França

Mostrar de cinema mineiro ganha programação especial em Paris, capital mundial do cinema...


Comunicação de Lula não Consegue Reverter Queda da Popularidade

Lula escalou o publicitário Sidônio Palmeira para tentar reverter a queda da popularidade, mas que não tem surtido o efeito esperado...


Comunicação de Lula não Consegue Reverter Queda da Popularidade

Lula escalou o publicitário Sidônio Palmeira para tentar reverter a queda da popularidade, mas que não tem surtido o efeito esperado...


Comunicação de Lula não Consegue Reverter Queda da Popularidade

Lula escalou o publicitário Sidônio Palmeira para tentar reverter a queda da popularidade, mas que não tem surtido o efeito esperado...


Ver mais