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Navegação De Apoio Portuário No ES Põe Em Risco Vida De Aquaviário

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18/04/2019

Da: Redação*

Inicialmente devemos esclarecer que acidentes não são em regra causados por uma condição desfavorável do tempo, mas em regra são causados por fatores humanos, seja através de insuficiência de mão de obra ou jornada excessiva. 

O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Aquaviário no Estado do Espírito Santo - AQUASIND, preocupado com a saúde e a vida dos aquaviários, tem travado uma batalha frequente junto à Capitania dos Portos do Estado Espírito Santo, visto que a redução do Cartão de Tripulação de Segurança - CTS é fator preponderante pelos incidentes e acidentes, ocorrido no apoio portuário situação essa que obrigou o sindicato ajuizar uma Ação Civil Publica em face da união. 

Vale dizer que atualmente no apoio portuário tem empresas que possuem Cartão de Tripulação de Segurança - CTS com apenas três (3) tripulantes. Em razão dessa situação, sobrecarregam as funções do aquaviário (a) colocando-o (a) em risco, como aconteceu no início de abril deste ano, quando uma aquaviária de iniciais M.V. que tinha sido homenageada por ser mulher profissional embarcada em um rebocador atuando no convés da embarcação. Ela quase perdeu uma das mãos. Foi atendida no Hospital Apart em Carapina na Serra.

Como este acidente  da aquaviária, já ocorreram outros, por causa da exaustão dos embarcados. Por isso a Ação Civil Publica versa exatamente sobre o fato do Cartao de Tripulação de Segurança – CTS ser extremamanete prejudicial ao trabalhador, bem como com a segurança de todo apoio portuário, ao ser usado com apenas três embarcados.

Atualmente apenas duas empresas estão comprometidas com a segurança e saude do trabalhador, mantendo seis (6) tripulantes independente do Cartão de Tripulação de Segurança determinado pela Capitania dos Portos do Espírito Santo.

De acordo com o AQUASIND, a Marinha do Brasil, por sua vez, se defende aduzindo que apenas limita o mínimo de tripulantes,e que tal feito não impede as empresas de lotarem as embarcações com mais tripulantes.

De acordo com o sindicado, as empresas visam lucros, preferem contar com a sorte e expõe os trabalhadores e a operação a riscos eminente de acidentes e incidentes, o que vem sendo uma constante em nosso Estado, ficando tais fatos no anonimato.  Vale dizer que por hora, não houve acidente de grande proporção, com vitimas, segundo o AQUASIND.

Outro fator preponderante para que todos fiquem em sinal de alerta, segundo o sindicato,  é a jornada de trabalho.  a escala dos trabalhadores aquaviários no interior de porto são de 48x48x72 horas, sendo que os trabalhadores permanecem na embarcação 48 horas (segunda, terça) de serviço, folga 48 horas (quarta e quinta) e trabalham 72 horas (sexta, sabado e domingo) e na semana seguinte folga 48 horas (segunda e terça) trabalha 48 horas (quarta e quinta) folga 72 (sexta, sabado e domingo).

 De acordo com o AQUASIND a estes trabalhadores cabe a manutenção diária na embarcação dentro da jornada administrativa e ficam a disposiçao para as operações todo o periodo da escala, diferentemente do que as empresas pregam. 

Com isso, segundo o sindicato, resta evidente, que tem trabalhadores fadigados, exaustos, porque a embarcação está com quatro de trabalhadores a menos, que não possuem a devida atenção das autoridades competentes. 

 

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